Dislexia - O que é?


Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.

Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.

Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar. Esse tipo de avaliação dá condições de um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo, levando a resultados mais concretos.
Sinais de Alerta
Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança. A criança poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada (vide adiante), mas se não houver passado pelo processo de alfabetização o diagnóstico será apenas de uma "criança de risco".

"O BRINCAR NO DIAGNÓSTICO PSICOPEDAGÓGICO"



È indispensável à existência de um tempo e espaço para a criança brincar, pois através da brincadeira a criança se comunica melhor e se revela para o terapeuta, mesmo que seja de forma inconsciente. O trabalho psicopedagógico se utiliza desse recurso tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento.
No diagnóstico a utilização de situações lúdicas possibilita a compreensão do funcionamento do processo cognitivo, afetivo-social e suas interferências na aprendizagem da criança.

Existem vários modelos de utilização do lúdico no diagnóstico nos quais cito a autora:
• Hora do Jogo Diagnóstico(M.L.S. de Ocampo e colaboradores 1981,p167);
• Hora do Jogo (Sara Pain, 1986);
• DIFAJ (Alícia Fernandez, 1990).
A sessão lúdica diagnóstica se adéqua a faixa etária da criança ou adolescente e se difere da terapêutica por existir limites definidos e podem ser feitas intervenções provocadoras e limitadoras para observação das reações da criança.

SESSÃO LÚDICA CENTRADA NA APRENDIZAGEM


A Sessão Lúdica Centrada na Aprendizagem surgiu das lacunas encontradas na utilização da EOCA (J. Visca) e da Hora do Jogo Diagnóstico proposta por diferentes autores. A primeira toca de saída no “ponto fraco” escolar do aluno e a segunda se obtém com facilidade dados sobre aspectos afetivos gerais da aprendizagem, porém quase não existe espaço para condutas relacionadas à aprendizagem escolar formal que revelam os níveis pedagógicos da criança.
A Sessão Lúdica Centrada na Aprendizagem utiliza os mesmos matérias utilizados na EOCA somados aos utilizados na Hora Lúdica acrescidos jogos formais como: dominó, memória e etc. Observou-se crianças mais espontâneas e que se revelavam com ais facilidade.
O material utilizado deve atrair o paciente pela sua utilidade e não por ser diferente do usual.


A apresentação do material segue três modalidades:
1ª Em uma caixa de tamanho regular de fácil utilização pela criança.
2ª sobre uma mesa, sem obedecer à classificação ou ordenação.
3ª Forma mista (caixa e sobre a mesa).

Devem-se observar a escolha do material e da brincadeira, o modo de brincar e a relação que o paciente estabelece com o terapeuta durante as brincadeiras.

Amor

Amor
Não esqueça que Deus é amor e tudo que você fizer faça com Amor como se estivesse fazendo para Deus.

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