Primeiros Passos.

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Paizinho do Céu.


Opção legal para o dia da Bíblia na E. Dominical 



Bem simples..



O principal diferencial da escuta e do olhar psicopedagógico em relação a outros profissionais é a capacidade de um olhar atento e reflexivo, não apenas em busca de diagnóstico (rótulos e afins) e sim em busca de possibilidades. Queremos chegar além da queixa e tentar olhar o que há de sublime... 


E por falar em amor....








O brincar na Psicopedagogia


O brinquedo cria uma região de tensão criativa, à qual Vygotsky denominou de Zona de
Desenvolvimento proximal: “região” de domínio psicológico em constante transformação, representada pela 
distância entre o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial. No brinquedo, a criança 
sempre age como se ela fosse maior do que é na realidade, “como no foco de uma lente de aumento, o 
brinquedo contém todas as tendências do desenvolvimento de forma condensada, sendo, ele mesmo, uma grande 
fonte de desenvolvimento”, (VYGOTSKY, 1989, p.117).






“A brincadeira como atividades de criança pequena, caracterizada por uma liberdade 
total de regras, excetuando-se as pessoalmente impostas, pelo envolvimento solto da 
fantasia; e pela ausência de objetivos fora da atividade em si. Quanto aos “jogos”, por 
outro lado, são, de regra, competitivos e caracterizados por uma exigência de se usar 
os instrumentos da atividade do modo para o qual foram criados, e não como a 
imaginação ditar, e frequentemente por um objetivo ou propósito externo à atividade 
em si, como por exemplo, o de ganhar” (BETTELHEIM, B.,1988. p.157).






O jogo é, portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de 
simbolismo, uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento 
necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os 
métodos ativos de educação das crianças exigem todos que se forneça às crianças um material 
conveniente, a fim de que, jogando, elas cheguem a assimilar as realidades intelectuais que, sem 
isso, permanecem exteriores à inteligência infantil. (PIAGET,1976, p.160).







ESCREVER É NECESSÁRIO.


Psicopedagogia - Hora do Jogo




A hora do jogo diagnóstica é um instrumento utilizado no processo psicodiagnóstico que objetiva conhecer a realidade do paciente quando este é uma criança. Pois a atividade lúdica é para a criança um meio de comunicação semelhante à expressão verbal nos adultos.
Existe uma diferença entre a hora do jogo diagnóstica e a hora do jogo terapêutica. A diagnóstica tem começo, desenvolvimento e fim em si mesmo, objetivando conhecer o problema e suas possíveis causas. A terapêutica é contínua e existem modificações estruturais advindas da intervenção do terapeuta.
A hora do jogo diagnóstica é precedida das entrevistas realizadas com os pais e no primeiro contato com a criança e preciso dar instruções da sessão de forma clara.
Cada hora do jogo diagnóstica é uma experiência nova que deve ser realizado em um ambiente espaçoso, que possibilite uma boa movimentação, deve ter pouca mobília e de preferência com piso e paredes laváveis. Deve ser permitida a brincadeira com água e materiais diversos. Esses materias podem estar em cima de uma mesa e parte dentro de uma caixa aberta, não devem estar organizados em agrupamentos de classes. Os brinquedos não devem ser escolhidos aleatoriamente, mas em função das respostas específicas que provocam. Outro ponto importante é a quantidade que não deve ser exagerada.
Os materiais devem ser de qualidade para evitar estragos. Deve se evitar também os que possam colocar em risco a integridade física do psicólogo e paciente.
Quando a criança entra no consultório deve ser instruída de forma clara a respeito dos papeis, do tempo, do material que pode ser usado e sobre os objetivos esperados.
O psicólogo deve desempenhar um papel passivo. Caso a criança solicite a sua participação ele deve desempenhar um papel complementar. É importante o estabelecimento de limites caso o paciente fuja as instruções dadas ou se coloque em perigo.
O psicólogo deve proporcionar condições para que a criança brinque da forma mais espontânea possível. O objetivo é observar, compreendendo e cooperando com a criança.
Para a análise da hora do jogo diagnóstica não existe uma padronização, mas pautas oferecidas com critérios sistematizados e coerentes que orientam a análise. Devem-se considerar os indicadores mais importantes para o diagnóstico e prognóstico, por exemplo:




  1. Escolha de brinquedos e de brincadeiras: O tipo de brinquedo escolhido, o tipo de jogo, se tem começo, meio e fim, se é organizado e coerente e se corresponde ao estágio de desenvolvimento cognitivo em que a criança se encontra.
  2. Modalidade das brincadeiras: cada sujeito organiza a sua maneira de brincar de acordo com a modalidade que o seu ego escolhe para essa manifestação simbólica. Destaca-se entre as modalidades de brincadeiras a plasticidade, rigidez e estereotipia e perseverança.
  3. Personificação: é a capacidade que a criança tem de assumir e atribuir papeis de forma dramática. Essa capacidade deve ser analisada levando em consideração a forma de personificação própria a cada estágio de desenvolvimento cognitivo, lembrando que a passagem de um período para o outro não se realiza de forma linear nem brusca, mas com sucessivas progressões e regressões.
  4. Motricidade: observa-se a adequação motora da criança na etapa de evolução que atravessa focando nos indicadores de deslocamento geográfico, possibilidade de encaixe, preensão e manejo, alternância de membros, lateralidade, movimentos voluntários e involuntários, movimentos bizarros, ritmo de movimento, hipersinesia, hipocinesia e ductibilidade.
  5. Criatividade: Observar a capacidade de unir ou relacionar elementos em um novo e diferente.
  6. Tolerância à frustração. Como a criança reage em tolerar ou se frustrar em determinados momentos.
  7. Capacidade simbólica: podemos avaliar a riqueza expressiva, a capacidade intelectual e a qualidade do conflito.
  8. Adequação a realidade: devemos observar como a criança age em ter que se desprender da mãe. Se age de acordo com sua idade, como compreende e aceita as instruções. Deve-se observar a aceitação ou não do enquadramento espaço-temporal e a possibilidade de se colocar em seu papel e aceitar o papel do outro.
O brincar da criança psicóticaA criança necessita de adequação a realidade por falta de discernimento da realidade como se apresenta. Escolhe os brinquedos e brincadeiras com base em sua estrutura psicótica. No psicótico, significante e significado são a mesma coisa, sua brincadeiras são estereotipadas ou rígidas. Possui movimentos bizarros e desrelacionadas ao contexto. Não existe capacidade de imaginação, mas fantasias. Os seus personagens são cruéis e com grande carga de onipotência e sua tolerância à frustração é mínima.

O brincar da criança neuróticaA criança neurótica tem uma adequação parcial à realidade e escolhe seus brinquedos e brincadeiras pela sua área de conflito. A capacidade de criatividade é diminuída dependendo do seu grau de síntese egoítica, brinca com personagens mais próximos a realidade, mas com rigidez na atribuição de papeis sua modalidade de brincadeira se alterna em função das defesas do ego predominantes. Sua motricidade é variável.

O brincar da criança normalA criança normal tem uma boa capacidade de se adaptar a realidade e escolhe suas brincadeiras de acordo com as funções e interesses de sua idade, expressa suas fantasias através de uma atividade simbólica com maior riqueza. Possui uma motricidade adequada ao seu desenvolvimento cognitivo. A criança dá livre curso à fantasia, atribuindo e assumindo diferentes papeis na situação de vínculo com o psicólogo aumentando assim a capacidade de comunicação.

Referência:

SIQUEIRA, de Ocampo Maria Luísa (orgs) “Processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas”. 9ª Ed. São Paulo. Martins Fontes. 1999(Psicologia e Pedagogia)

Brincando também aprendo.


Entendendo a Psicopedagogia


Terapia através da Bateria ou Percussão pode aumentar o QI de crianças.




O processo de tocar bateria envolve tanto o lobo linear, (lado esquerdo do cérebro – o racional) como o lobo criativo, (lado direito do cérebro - o intuitivo). Tocar bateria diminui as ondas cerebrais a uma frequência de oito ciclos por segundo, a freqüência exata do planeta.

Aumentos nos índices de QI (Quociente de Inteligência) podem agora ser oficialmente adicionados à crescente lista de benefícios de tocar bateria. Um estudo recente mostra que tocar bateria ou outros instrumentos de percussão realmente melhora os índices de QI de crianças.

Enquanto estudos anteriores apenas sugeriam que o estudo de música melhora a alfabetização e as habilidades em matemática, essa é a primeira vez que um estudo demonstrou que os níveis de inteligência podem aumentar ao tocar bateria e percussão.

"Tocar bateria faz com que o cérebro pense de uma maneira que poucas atividades conseguem”, declarou Pat Brown, presidente do International Drum Month e diretor-executivo do Percussion Marketing Council. "A capacidade de entender as notas musicais e dissecar como os ritmos funcionam e andam juntos é um processo de pensamento muito complicado. Estudos recentes mostram que a exposição constante a este tipo de atividade cerebral pode realmente melhorar os níveis de QI".

De acordo com estudos de E. Glenn Shallenberg, da Universidade de Toronto, os resultados dos testes de QI em crianças de 6 anos melhoram significativamente depois que recebem aulas de bateria. Shallenberg reuniu um grupo de 144 crianças de 6 anos e os separou em 4 grupos: os que tinham aulas de bateria, aulas de canto, aulas de teatro e as que não tinham aula de nenhuma atividade. As crianças que receberam aulas de bateria mostraram melhoria significativa em seus testes de QI, ganhando uma média de 7 pontos no teste. Enquanto isso, crianças que tiveram aulas de canto aumentaram 6 pontos, os que tiveram aulas de teatro aumentaram 5 pontos e crianças que não tiveram nenhuma aula melhoraram 4 pontos. Em seu artigo na Psychological Science, Shallenberg concluiu que a formação musical, em particular, foi responsável pelos pontos extras no QI.

Entre os outros benefícios de tocar bateria estão a melhoria na coordenação musical e da atividade cerebral; terapia física e alívio do estresse; melhorias nas relações sociais, como trabalho em equipe, auto-estima e disciplina; melhoras nos processos de pensamento abstrato; proporciona uma ferramenta para a expressão criativa, equilíbrio da energia interna e otimização do humor; condicionamento físico e responsabilidade; e uma alternativa lúdica a outras atividades menos produtivas.


  Como a bateria continua a ser um dos segmentos de crescimento mais rápido na indústria de instrumentos musicais, os vários benefícios da bateria e da percussão estão aumentando em visibilidade e eficácia. A bateria também vem ganhando reconhecimento entre investigadores e cientistas quando se trata de servir como ferramenta terapêutica. Todos sabemos que tocar bateria é uma grande saída para esfriar a cabeça e por para fora a energia criativa. Estudos recentes, no entanto, têm mostrado que a percussão, e a bateria em particular, podem potencializar o sistema imunológico, reduzindo o estresse e melhorando a saúde.

Um artigo do jornal USA Today, intitulado “The Rhythm of Life”, mostrou um estudo conduzido pelo neurologista Barry Bittman, do “Mind Body Wellness Center”, em Erie, Pensilvânia. O estudo constatou que os pacientes que participaram de grupos de percussão, ou círculos de bateria, tiveram aumento dos níveis de células do sistema imunológico, na verdade linfócitos também conhecidos como “natural killer cells”. Num estudo, Bittman testou a química do sangue de 111 pessoas saudáveis numa série de experimentos. Bittman afirma que os participantes de todos os grupos experimentaram um indicador de estresse, mas só o grupo dos bateristas teve um aumento significativo nas “natural killer cells”.

Como explicação, Bittman atribui esta diferença na redução do estresse à auto-expressão, camaradagem e percussão rítmica. Ondas sonoras têm um efeito profundo nas células do corpo. Por exemplo, práticas médicas atuais como a ultra-sonografia, usada no reparo de tecido cicatricial e na redução da inflamação, realmente ajudam o sistema imunológico a produzir mais células de defesa. Desse modo, tocar bateria ou percussão pode impulsionar o sistema imunológico.

Referências:

• Pat Brown, presidente do International Drum Month e
diretor-executivo do Percussion Marketing Council.
• E. Glenn Shallenberg, da University of Toronto.
• Barry Bittman,  neurologista da
Mind-Body Wellness Center em Meadville, Pennsylvania.
Fonte: http://www.newswiretoday.com/news/13547/
Tradução e adaptação: Drum Channel Brasil

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BULLYING


Bullying é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.

Em 20% dos casos as pessoas são simultaneamente vítimas e agressoras de bullying, ou seja, em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma. Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida.


1 Terminologia
2 Caracterização do assédio escolar
3 Características dos bullies
4 Tipos de assédio escolar
4.1 Bullying professor-aluno
5 Locais de assédio
6 Escolas
7 Alcunhas ou apelidos (dar nomes)
8 Indicativos de estar sofrendo bullying


Terminologia:
devido ao fato de ser um fenômeno que só recentemente ganhou mais atenção, o assédio escolar ainda não possui um termo específico consensual[3], sendo o termo em inglês bullying constantemente utilizado pela mídia de língua portuguesa. Existem, entretanto, alternativas como acossamento, ameaça, assédio, intimidação, além dos mais informais judiar e implicar", além de diversos outros termos utilizado pelos próprios estudantes em diversas regiões.

No Brasil, o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa indica a palavra bulir como equivalente a mexer com, tocar, causar incômodo ou apoquentar, produzir apreensão em, fazer caçoada, zombar e falar sobre, entre outros. Por isso, são corretos os usos dos vocábulos derivados, também inventariados pelo dicionário, como bulimento (o ato ou efeito de bulir) e bulidor (aquele que pratica o bulimento).

Caracterização do assédio escolar:
Como a maior parte dos alunos não denunciar, e alguns adultos negligenciam sua importância, a sensação de impunidade favorecem a perpetuação do comportamento agressivo.[2]Acossamento,[7] ou "intimidação" ou entre falantes de língua inglesa bullying é um termo frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco.

O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define assédio escolar em três termos essenciais:

1.O comportamento é agressivo e negativo;
2.O comportamento é executado repetidamente;
3.O comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.
O assédio escolar divide-se em duas categorias:[1]

1.Assédio escolar direto;
2.Assédio escolar indireto, também conhecido como agressão social

O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido por meio de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:

Espalhar comentários;
Recusa em se socializar com a vítima;
Intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima;
Ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).
O assédio escolar pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

Deve-se encorajar os alunos a participarem ativamente da supervisão e intervenção dos atos de bullying, pois o enfrentamento da situação pelas testemunhas demonstra aos autores do bullying que eles não terão o apoio do grupo. Uma outra estratégia é a formação de grupos de apoio, que protegem os alvos e auxiliam na solução das situações de bullying. Alunos que buscam ajuda tem 75,9% de reduzirem ou cessarem um caso de bullying.

Os professores devem lidar e resolver efetivamente os casos de bullying, enquanto as escolas devem aperfeiçoar suas técnicas de intervenção e buscar a cooperação de outras instituições, como os centros de saúde, conselhos tutelares e redes de apoio social.

Características dos bullies

Em um estudo entre alunos autores de bullying, 51,8% afirmaram que não receberam nenhum tipo de orientação ou advertência por seus atos. Provavelmente porque 41,6% dos que admitiram ser alvos de bullying relatarem não ter solicitado ajuda aos colegas, professores ou família.Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que uma deficiência em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser particulares fatores de risco. Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do assédio escolar, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies (ou bulidores) sofram de qualquer déficit de autoestima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a autoimagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas.
É frequentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:

"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do assédio escolar durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta".
O assédio escolar não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o assédio escolar frequentemente funciona por meio de abuso psicológico ou verbal.

Os bullies sempre existiram mas eram (e ainda são) chamados em português de rufias, esfola-caras, brigões, acossadores, cabriões, avassaladores, valentões e verdugos.

Os valentões costumam ser hostis, intolerantes e usar a força para resolver seus problemas.Porém, eles também frequentemente foram vítimas de violência, maus-tratos, vulnerabilidade genética, falência escolar e experiências traumáticas. Comportamentos auto-destrutivos como consumo de álcool e drogas e correr riscos desnecessários são vistos com mais frequência entre os autores de bullying.

Quanto mais sofrem com violência e abusos, mais provável é deles repetirem esses comportamentos em sua vida diária e negligenciarem seu próprio bem estar.

Tipos de assédio escolar
Enquanto a sociedade não resolver o problema de bullying nas escolas, dificilmente conseguirão reduzir as outras formas de comportamentos agressivos e destrutivos entre adultos.[19]Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros.
Alguns exemplos das técnicas de assédio escolar:
Insultar a vítima;
Acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada;
Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os.
Espalhar rumores negativos sobre a vítima;
Depreciar a vítima sem qualquer motivo;
Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando-a para seguir as ordens;
Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully;
Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência;
Isolamento social da vítima;
Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas, comunidades ou perfis sobre a vítima em sites de relacionamento com publicação de fotos etc);
Chantagem.
Expressões ameaçadoras;
Grafitagem depreciativa;
Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com frequência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
Fazer que a vítima passe vergonha na frente de várias pessoas.
Bullying professor-alunoO assédio escolar pode ser praticado de um professor para um aluno.

As técnicas mais comuns são:
Intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua auto-estima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação;
Assumir um critério mais rigoroso na correção de provas com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas;
Ameaçar o aluno de reprovação;
Negar ao aluno o direito de ir ao banheiro ou beber água, expondo-o a tortura psicológica;
Difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de atos que não cometeu;
Tortura física, mais comuns em crianças pequenas. Puxões de orelha, tapas e cascudos.
Tais atos violam o Estatuto da Criança e do Adolescente e podem
ser denunciados em um Boletim de Ocorrência numa delegacia ou no Ministério Público. A revisão de provas pode ser requerida ao pedagogo ou coordenador e, em caso de recusa, por medida judicial

Locais de assédio
O assédio pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.

Escolas

Em escolas, o assédio escolar geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.
Alguns sinais são comuns como a recusa da criança de ir à escola ao alegar sintomas como dor de barriga ou apresentar irritação, nervosismo ou tristeza anormais.
Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.

Na última década de 90, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas.

Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do assédio escolar, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.

O assédio escolar nas escolas pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas) sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Frequentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.

Indicativos de que esteja sofrendo bullying
Vítimas de bullying tem mais chance de desenvolverem transtornos de humor, transtornos alimentares, distúrbios de sono ou/e transtornos de ansiedade em algum momento da vida.

Sinais e sintomas possíveis de serem observados em alunos alvos de bullying:
Enurese noturna (fazer xixi na cama)
Distúrbios do sono (como insônia)
Problemas de estômago
Dores e marcas de ferimentos
Síndrome do intestino irritável
Transtornos alimentares
Isolamento social/ poucos ou nenhum amigo
Tentativas de suicídio
Irritabilidade / agressividade
Transtornos de ansiedade
Depressão maior
Relatos de medo regulares
Resistência/Aversão a ir à escola
Demonstrações constantes de tristeza
Mau rendimento escolar
Atos deliberados de auto-agressão






































Amor

Amor
Não esqueça que Deus é amor e tudo que você fizer faça com Amor como se estivesse fazendo para Deus.

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